terça-feira, 12 de março de 2013

Entenda melhor a automação



Automação é a criação de um sistema que controla atividades sem a necessidade de interferência direta do homem.

A criação de sistemas de automação permite que máquinas e processos sejam controlados por meio de dispositivos eletroeletrônicos como computadores, dispositivos lógicos ou mecânicos.

A mão de obra passa a ser substituída pela mecanização, tornando possível a realização de tarefas difíceis para o homem, ou simplesmente realizando pequenas atividades do dia-a-dia.

A automação pode estar presente em diversos ramos de atividades, sempre com o objetivo final de gerar conforto, tornar possível a realização de atividades, aumentar a produção, otimizar o tempo, reduzir gastos e oferecer segurança.

Onde é possível aplicar a automação?
Projetos residenciais;
Projetos comerciais;
Projetos industriais;
Projetos específicos para estabelecimentos gastronômicos (restaurantes e bares);
Projetos de condicionamento de energia;
Projetos de recepção e processamento digital de sinais;
Projetos automotivos;
Projetos de monitoramento de atletas.

A aplicação da automação em residências e comércios
Os sistemas de automação podem ser aplicados em diversas áreas. Dentro da construção civil e dos projetos de interiores é possível desenvolver produtos que proporcionam economia, segurança, conforto, sofisticação e flexibilidade aos seus usuários. Exemplos:
- Controle/acionamento da iluminação, áudio e demais eletrônicos nos ambientes internos e externos de residências;
- Acionar tela de projeção, projetor, caixas de som, aparelho de DVD e iluminação diferenciada por meio da função “one touch” (único toque);
- Controle de aberturas de cortinas, portas, portões e tetos retráteis;
- Controle/acionamento de sistemas de irrigação de jardim e bombas de piscina. Entre outras possibilidades.

A Teknodomus
Localizada em Piracicaba (mas com atuação em várias cidades), a Teknodomus é uma empresa especializada em automação residencial e comercial. Trabalha com dispositivos que facilitam as atividades de uma residência e de um comércio, automatizando as funções e proporcionando mais comodidade à vida dos proprietários e dos clientes. Para conhecer melhor nossos serviços entre em contato pelos (19) 3035-6872 ou 9659-6464.

Fonte: cliquearquitetura.com.br

quinta-feira, 7 de março de 2013

Teknodomus no “Bom Dia Cidade”

Confira a entrevista de Carlos Giovannoni, proprietário da Teknodomus, engenheiro eletricista e especialista em automação pela USP, no programa "Bom Dia Cidade" da rádio Educativa FM:


segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

Norma permite produzir energia elétrica e vender excedente


O ano de 2012 foi marcado por muitas medidas do Governo Federal para o setor energético brasileiro. Além do anúncio feito em setembro pela Presidente Dilma Rousseff sobre a redução das taxas de energia para residências, comércios e indústrias, o brasileiro já pode contar com mais um incentivo para economizar em sua conta e ainda, contribuir para a manutenção dos recursos não renováveis geradores de energia no país.

A Resolução Normativa (RN) 482 de 17/04/12, publicada pela Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), regulamenta a micro e mini produção de energia, ou seja, proprietários de residências, comércio e indústria podem produzir sua própria energia. E ainda: as concessionárias devem adequar seus medidores a um modelo que permita que a energia gerada e não consumida no local possa ser enviada à rede para consumo em outro ponto e gerar créditos para o consumidor na próxima fatura.

Entenda o Sistema de Compensação de Energia

O consumidor pode instalar um sistema gerador de energia de fonte renovável com base em energia solar, por exemplo, com potência de até 100 kW – Microgeração Distribuída – ou central geradora com potência superior a 100 kW até 1 MW – Minigeração Distribuída – ambos conectados à rede elétrica.

Durante o mês, a unidade (casa, empresa ou indústria) é abastecida pela energia gerada por sua própria fonte sustentável de energia e, à noite ou nos dias mais nublados, a energia fornecida pela concessionária entra em funcionamento, complementando a energia solar. Neste período, toda energia produzida que não for consumida na unidade, entra no sistema de Compensação de Energia Elétrica, ou seja, o excedente é lançado à rede de distribuição e se torna um crédito que pode ser utilizado nas próximas faturas por até 36 meses. Para isso, o consumidor deverá trocar o medidor de energia convencional por um medidor bidirecional, que registra a energia consumida e a energia injetada na rede.

Essa energia excedente também pode ser revertida em créditos para abater o consumo de outras unidades consumidoras previamente cadastradas do mesmo proprietário ou para unidades cujos proprietários se reúnam em uma associação.

No caso do crédito exceder o valor a pagar na conta de energia, fica estabelecida uma cobrança mínima referente ao custo da disponibilidade do sistema de distribuição.


Regulamentação para Energia Solar no Brasil

Ter uma fonte de energia alternativa sempre foi considerado um investimento muito caro e acessível para poucos empreendimentos que incluíam esse sistema em seus projetos visando, não só a economia no consumo, como também o retorno positivo que a imagem sustentável de um projeto como este pode causar.

Hoje, isso é uma realidade. Qualquer residência ou escritório pode gerar sua própria energia e fornecê-la, inclusive, para as concessionárias, reduzindo assim sua conta de energia elétrica e contribuindo para o meio ambiente.

Teknodomus sempre à frente

E você, gostou da notícia? Já pensou em utilizar o ar-condicionado de casa, assistir a filmes e utilizar sua banheira sem pagar nada à companhia elétrica? Piracicaba e toda a região já podem contar com mais este benefício e comodidade em sua residência, pois a Teknodomus comercializa esse sistema de geração de energia em casa. Basta entrar em contato conosco para saber todos os detalhes!






Fonte: revistasustentabilidade.com.br/

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

10 produtos que a Apple pode anunciar em 2013

Gene Munster, da empresa Piper Jaffray, é uma espécie de analista de mercado “pop star” nos Estados Unidos. Ele costuma fazer previsões audaciosas sobre a Apple e, na maioria das vezes, acerta. Mas também comete erros, como dizer que a Apple lançaria um televisor já neste ano – algo que não deve acontecer. Numa apresentação realizada no início do ano, ele falou sobre os produtos que a Apple deve anunciar em 2013; e também sobre o rumo que a empresa deve seguir até 2015. Confira suas previsões:


Março: iRadio e iPad mini Retina

A Apple deve realizar um evento no início do ano. É quando, tradicionalmente, ela apresenta novos modelos do iPad. Munster prevê que, neste ano, uma das novidades deve ser um serviço de distribuição de música por streaming no estilo do Spotify, que vem sendo apelidado de iRadio. A pressão da concorrência também pode levar a Apple a apresentar um iPad mini com tela Retina, diz Munster.


Março: TV App Store e Apple TV

O Apple TV – acessório que conecta o televisor à rede doméstica e à internet – deve ser atualizado com o lançamento de aplicativos para ele. A Apple criaria uma espécie de TV App Store em sua loja online iTunes. Seria uma preparação para a chegada do futuro televisor da Apple.



Junho: iOS 7

Outro evento tradicional da Apple é o WWDC, a conferência para desenvolvedores de aplicativos e acessórios que acontece em junho. Lá, a Apple deve revelar o iOS 7, com mudanças no design trazidas pelo fato de Jonathan Ive ser, agora, responsável também pelo software da empresa. Munster diz que o app Passbook deve ganhar mais funcionalidade como carteira digital. E deve ser integrado a sites de comércio eletrônico. Além disso, a Apple certamente vai enfatizar os melhoramentos nos mapas.



Junho: MacBook Air Retina

Munster diz que a empresa pode apresentar um MacBook Air com tela Retina no WWDC. A tela de alta resolução apareceu primeiro no iPhone 4, em 2010. Depois, foi sucessivamente incorporada ao iPad e ao MacBook Pro. O MacBook Air e o iPad mini são os próximos candidatos a receber o upgrade.



Setembro: iPhone 5S

Depois do iPhone 3G, veio o 3GS. O iPhone 4 foi seguido pelo 4S. Se esse padrão se mantiver, o sucessor do iPhone 5 será o 5S. Ele deve manter o design do modelo atual e incorporar melhoramentos. Para Munster, as novidades serão o futuro processador A7, um aumento na capacidade de armazenamento, uma câmera melhor e um transceptor NFC, que vai permitir usar o iPhone para pagamentos por aproximação.


Setembro: iPad 5

Munster também espera que a Apple anuncie o iPad 5 no segundo semestre. Ele seria mais fino que o modelo atual. Teria um novo processador, possivelmente chamado A7X, e mais capacidade de armazenamento. O design seguiria o estilo introduzido com o iPhone 5 e o iPad mini.



Setembro: iPad mini

O iPad mini também deve, na avaliação de Munster, ganhar um upgrade no segundo semestre. Ele passaria a vir com novo processador, o A7, e com mais capacidade de armazenamento. Essas novidades marcariam a consolidação do novo cronograma de atualizações na linha iPad, com novidades tanto no primeiro como no segundo semestre. Esse cronograma apareceu primeiro neste ano, com o anúncio do iPad mini e do iPad 4.

Novembro: o televisor Apple iTV

A Apple desenvolve um televisor há anos. Esse aparelho chegou a ser mencionado por Steve Jobs numa conversa com seu biógrafo Walter Isaacson. Munster prevê que o lançamento será em novembro de 2013. Terá comando por voz por meio da assistente falante Siri; loja de aplicativos e jogos; e videoconferência via FaceTime. “O que ele não terá são canais que podem ser assinados avulsos”, diz Munster.


2014: iPhone mini

Munster acredita que a turma da maçã deve trabalhar num modelo mais barato do iPhone, dirigido principalmente aos mercados ditos emergentes, como o Brasil. Ele avalia que, com esse iPhone mini, a participação da empresa no mercado mundial de smartphones, que é de 15%, poderia dobrar até 2015. Nos Estados Unidos, o iPhone mini seria vendido desbloqueado por algo em torno de 200 dólares.


2015: um novo iPhone por semestre

Munster acha que a Apple será obrigada, pela concorrência, a soltar novos modelos do iPhone a intervalos mais curtos (hoje, as atualizações são anuais). Ele prevê que, começando em 2015, a Apple pode anunciar um modelo ligeiramente melhorado no primeiro semestre e um com mudanças maiores no segundo semestre.


Via Exame.com

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

Teknodomus conquista certificação da Aureside

Nesta semana, Carlos Roberto Giovannoni, proprietário da Teknodomus e especialista em automação residencial pela USP, esteve em São Paulo, participando e concluindo o Curso de Integrador, oferecido pela Aureside (Associação Brasileira de Automação Residencial) – a mais importante entidade do país nesta área.

O curso visa padronizar as instalações dos sistemas de automação, nacional e internacionalmente. Certifica a empresa, que se torna apta a fazer todos os níveis de serviços nesta área, seja em uma residência, em um escritório, condomínio etc.

Além disso, estando associada à Aureside, a empresa fica atualizada sobre todas as novidades, de todo o mundo, na área de automação.

É importante destacar ainda que a automação residencial pode ser instalada tanto na fase de construção quanto em uma casa pronta. Isso porque a Teknodomus se utiliza de uma tecnologia sem fio, que integra todos os dispositivos, sem prejudicar paredes ou qualquer outro detalhe da residência. Dessa forma, os moradores podem controlar desde um home theater de última geração até uma pipoqueira elétrica! 

Saiba mais sobre a certificação:

Um estudo da Internet Home Alliance, identifica os principais benefícios de um processo de certificação, que são os seguintes:

promove a padronização na automação;
aperfeiçoa as habilidades dos profissionais desta área;
oferece provas de conhecimento e adequação dos profissionais;
reduz os custos de reparos na instalação dos sistemas por aplicar as melhores práticas internacionais;
diferencia as empresas profissionais das demais;
garante aos consumidores um sistema confiável e padronizado ;
aumenta a satisfação dos consumidores.

De olho em todos esses pontos, a Teknodomus, buscando sempre oferecer o melhor aos seus clientes, considerou de extrema importância se certificar pela maior entidade de automação residencial do País, padronizando seus serviços, oferecendo os melhores produtos e tecnologia de ponta. 



Por Amitiés – Gestão e Informação
Com informações Aureside

quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

Tablets e celulares serão o motor do setor tecnológico em 2013


De acordo com analistas, o mercado de produtos eletrônicos deve se recuperar este ano em nível mundial impulsionado pelo incremento das vendas de tablets e smartphones.

Os gastos mundiais com telefones, aparelhos de informática e televisores devem crescer 4%, em 2012, e alcançar a cifra de 1,1 trilhão de dólares, estimou a associação do setor CEA e a empresa GFK, a dois dias do lançamento da mostra Consumer Electric Show (CES), dedicado ao segmento em Las Vegas, nos Estados Unidos.


Depois de um ano complicado que registrou um retrocesso de 1% nos gastos com produtos eletrônicos, espera-se que o consumo em 2013 se mantenha estável com um crescimento de apenas 1%, ou até mesmo uma contração de 1% na Europa.


O crescimento deve ser impulsionado principalmente pelos mercados emergentes, sobretudo os asiáticos, onde o setor deve crescer 9% e alcançar 490 bilhões de dólares, o correspondente a 44% dos gastos mundiais, avaliam os especialistas.


Ainda que o anúncio do incremento mundial de vendas seja considerado "modesto", alguns segmentos do mercado deverão ser "explosivos", destacou Steve Bambridge, analista de GFK, em coletiva de imprensa.


Mais da metade das vendas serão de aparelhos celulares com conexão à internet. O destaque ficará com os smartphones e tablets eletrônicos, que devem ter um avanço este ano de 22% e 25%, respectivamente.

"Os tablets e os smartphones dominam o mundo eletrônico em qualquer lugar", insistiu Steve Koen da CEA.

Nos países emergentes, as vendas serão beneficiadas por uma oferta maior de produtos, principalmente com aparelhos mais baratos.

Fonte: info.abril.com.br

quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

Um ambiente com som em 3D






A imagem muitas vezes é considerada mais importante do que o som para a indústria e para o público em geral. A justificativa para isso está nos aspectos fisiológicos, psicológicos e até mesmo sociológicos relacionados ao sentido da visão, responsável por 80% das informações recebidas do ambiente externo, enquanto a audição compreende somente 10%. Contudo, áudio e vídeo sempre caminharam juntos desde os tempos do cinema mudo, onde as notas de um piano serviam para acentuar a dramaturgia de um filme e emocionar os espectadores. 

Em 2009, com o início da comercialização dos TVs 3D no cenário mundial, a indústria começou a se perguntar sobre o que fazer para chamar a atenção dos consumidores também para o áudio. Com a crescente demanda por telas, jogos e dispositivos móveis, algumas empresas de tecnologia já trabalham em soluções destinadas a entregar ao usuário uma experiência de som imersiva através de produtos com apenas dois alto-falantes. 

Ao pegar carona nessa tendência, fabricantes tradicionais que produziam sistemas estéreo e de 5.1 canais com efeitos de áudio DSP, dentre eles o modo 3D, passaram a enfatizar e explorar esse tipo de recurso. 

IN-A-BOX 
 
No caso dos HTBs, as novidades consistem em um algoritmo de processamento mais eficiente para reprodução de áudio tridimensional e caixas dos tipos tall boy ou satélites com falantes extras posicionados tanto no topo (voltadas para o teto) quanto na parte posterior do gabinete. O objetivo é um só: criar um som que envolva os ouvintes em 360º preenchendo um ambiente (desde que pequeno) de forma mais abrangente. Esse é o motivo que leva alguns fabricantes a declarar que seus sistemas integrados apresentam som de 7.1 e 9.1 canais quando fisicamente não oferecem mais de 5.1 canais, com simulação adicional. 


Testes feitos com os principais modelos mostraram que, devido às inúmeras reflexões sofridas pelas ondas sonoras, na prática o som em 3D perde um pouco de definição e a sensação precisa de divisão 
dos canais obtida com os processamentos Dolby e DTS. A situação pode ser agravada nas reproduções musicais, onde a localização dos instrumentos nem sempre é realista e sim artificialmente recriada, o que compromete a busca pelo palco sonoro. Por outro lado, com o som em 3D ativado somente para os efeitos surround, o envolvimento omnidirecional resulta num áudio mais disperso e imersivo aos ouvintes. 

RECEIVER 
 
Mas para uma experiência de som em 3D no home theater, sem abrir mão de definição sonora na reprodução das trilhas e conteúdos musicais, a nova geração de receivers vem equipada com uma tecnologia capaz de gerar uma nova dimensão ao som surround. O Dolby Pro Logic IIz foi lançado três anos atrás, porém, só agora começa a ser implementado por instaladores e usuários nos home theaters com novos receivers.


Receivers atuais contam com o processador DPL IIz, que cria um áudio de maior espacialidade e tridimensionalidade, por meio de caixas acústicas instaladas logo acima das frontais esquerda e direita (frontais height), formando um sistema 7.1 ou 9.1 para filmes, músicas e games. Calma, não é necessário o uso de caixas idênticas às tradicionais em operação no sistema, mas sim compactas e da mesma marca e linha dos modelos existentes.

A vantagem do DPL IIz é que para a reprodução desses canais frontais verticais não é necessário novos tipos de conteúdo especialmente codificados. Em vez disso, o processador trabalha em cima de sinais estéreo ou 5.1 para acrescentar profundidade e dimensão, sem afetar a integridade da mixagem original feita pelo produtor do conteúdo – de filmes ou músicas. Outro benefício do DPL IIz está na adaptação de uma configuração 7.1 em salas com limitações de espaços ou áreas abertas onde nem sempre é possível a acomodação de caixas surround back.

Assim como a Dolby, outras empresas também desenvolveram processamentos com o objetivo de preencher acusticamente o ambiente e tornar e criar um som cm maior espacialidade. É o caso da californiana Audyssey com o DSX, presente em alguns modelos da Denon e da Onkyo, que expande o som estéreo ou 5.1 para os canais frontais verticais (7.1), além dos surround back (9.1). A novidade, no entanto, é a presença de mais um par de caixas frontais, chamadas de horizontais (Fronts Wide).
A Audyssey chegou à conclusão de que as primeiras reflexões nas paredes laterais desempenham um grande papel na impressão subjetiva dos ouvintes. Por isso, a necessidade de instalar caixas acústicas a um ângulo de 60º em relação à parte frontal da sala.

Configuração semelhante é encontrada na novíssima tecnologia DTS Neo:X (anunciada oficialmente em junho), também com capacidade para até 11.1 canais, presente apenas na linha 2012/13 da Onkyo, mas que promete fazer parte até de sistemas de som automotivos. O diferencial do DTS Neo:X é inclusão de caixas laterais (side), praticamente ao lado do sofá.

Por que usar mais caixas para o som em 3D?
 

Segundo pesquisas feitas pelas empresas envolvidas, a inclusão de uma dimensão vertical em um home theater com sistema 7.1 traz uma sensação maior de realismo do que a inclusão de caixas surround no plano horizontal. As pessoas são muito mais sensíveis a faixas direcionais dos sons que ocorrem na frente do que atrás delas.

Ainda segundo pesquisadores, a audição humana pode ouvir muitos mais sentidos do que os sistemas atuais oferecem. Será com o uso de caixas adicionais voltadas para os ouvintes que haverá melhor percepção da trilha para a localização dos efeitos e, ao mesmo tempo, do som refletido para ter a sensação do tamanho do estúdio ou do espaço (espacialidade).

Mas a percepção não é o único fator. As condições acústicas da sala é que vão determinar a correta direção, a resposta de frequência e o tempo de chegada do som refletido e, finalmente, o resultado do processamento das trilhas. Daí a importância de se realizar uma calibragem de áudio no sistema, seja de forma automática (com os microfones especiais que acompanham os receivers) ou feita por especialistas no assunto com instrumentos de medição.

Como é a conexão das caixas?
 

Os receivers 7.1 canais mais modernos a partir de linha intermediária com processamento Dolby Pro Logic IIz já trazem saídas de caixas específicas para os canais Front Height (vertical) e Front Wide (horizontal. E ainda dão ao usuário a possibilidade de destinar a potência dos canais surround back para ser usada em um desses pares de canais. Assim, além da conexão das caixas, é preciso entrar na parte SPEAKER SETUP do receiver e selecionar a opção DPL IIz.

A Denon e a Onkyo são as únicas que têm no mercado brasileiro modelos de 9.2. Essa última acaba de lançar nos EUA (e em breve no Brasil) os modelos TX-NR5010 e NR3010 aptos a reproduzir em 11.2 canais, desde que conectado um amplificador estéreo opcional numa das saídas pré-amplificadas no painel traseiro.

Embora os sistemas de 5.1 e 7.1 canais dominem as instalações em todo o mundo, o lançamento de receivers de nove canais pode ser o início de uma demanda por esse tipo de produto. Com isso, facilitará o uso de mais caixas no sistema e a total imersão sonora para enfim obter o almejado som tridimensional.

FUTURO
 

No futuro, dizem os especialistas, será possível encontrar projetos de até 22 canais com caixas posicionadas sobre nossas cabeças. Hoje, a pergunta que fazemos é: quantas caixas você seria capaz de instalar em sua sala com a finalidade de se sentir literalmente envolvido pela trilha dos filmes? 

Via Revista Home Teather