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sexta-feira, 27 de julho de 2012

Dicas para ter um home theater em pequenos ambientes



Uma seleção de ideias criativas que vão deixar seu home theater mais bonito e funcional, sem comprometer a qualidade.

Em visitas a projetos decorados em todo o Brasil, é possível perceber que a área construída dos imóveis está cada vez menor. No caso específico dos apartamentos, fica clara a tendência de privilegiar as opções de lazer da área comum ao invés de valorizar o tamanho de cada unidade.

A boa notícia é que, com cuidado especial na escolha dos móveis e dos equipamentos, dá para montar um home theater em cômodos de até 10 metros quadrados.

Para ajudar nessa tarefa, selecionamos cinco boas dicas, que mostram como enfrentar a falta de espaço com criatividade, bom gosto e aproveitando ao máximo cada centímetro da casa sem prejudicar o desempenho do sistema.



      1. TVs 3D


Por apresentarem menor distância entre os pixels (pontos que formam a imagem), as televisões com resolução Full-HD são mais indicados para salas pequenas. Destes, boa parte já é compatível com imagens em 3D, cujo efeito é valorizado quando o espectador se mantém mais perto da tela. A distância ideal para aumentar o impacto e a profundidade das imagens tridimensionais varia de pessoa para pessoa.

Um ponto de referência é optar por TVs 3D com definição Full-HD (1.920 x 1.080p, a mesma dos discos Blu-ray) de 40” a 43” para salas de 10 a 15 metros quadrados. 



2. Espaço do móvel

Quanto menor a sala, maior a necessidade de planejar o móvel do home theater, aproveitando cada nicho e cada gaveta para acomodar equipamentos, caixas acústicas e coleções de discos.

Disponíveis para pronta entrega, os racks também podem acomodar bem o home theater em áreas com espaço reduzido. Rodízios, para facilitar a limpeza, e acabamento em metal, deixando o visual mais moderno, são alguns diferenciais que costumam acompanhar esse tipo de solução. Verifique ainda se existe um fundo falso, para ter rápido acesso às conexões sem comprometer o fator estético.

3. Caixas flat

As caixas flat, que acompanham o mesmo visual e profundidade dos TVs de tela fina, surgem como excelente alternativa. Embutidos na parede, esses modelos deixam a sala moderna, leve e bonita.



4. Home office

Graças à convergência tecnológica, está cada vez mais fácil integrar áudio, vídeo e informática em um mesmo ambiente, por menor que seja. Em uma suíte de 20 metros quadrados em São Paulo (foto abaixo), o espaço onde fica a bancada do home office também foi planejado para receber o TV de 40”, o decoder de TV paga e até o condicionador de energia, destinado à proteção do sistema. 

O som chega ao casal de moradores a partir das caixas acústicas de embutir, que fazem parte do projeto de sonorização ambiente. Apoiado na bancada, o notebook pode ser utilizado simultaneamente para adiantar as tarefas do dia seguinte e para garantir o compartilhamento de filmes e shows na tela grande através da rede doméstica Wi-Fi (via recurso DLNA, presente nos dois aparelhos), sem o uso de cabos.



5. Subwoofer

O uso do subwoofer (em geral a maior caixa do sistema), também é obrigatório nos pequenos ambientes, que costumam apresentar caixas compactas, mais limitadas na reprodução das baixas frequências.

Cabe a ele complementar o trabalho dos canais frontais nessa tarefa, distribuindo os sons graves de maneira correta e homogênea pela sala. Para desempenhar bem esse papel sem chamar muita atenção, a dica é posiciona-lo no canto do móvel, perto dos canais frontais e em contato direto com o piso, evitando vibrações no móvel. 



Aproveite as dicas e entre em contato com a Teknodomus, para que seu home theater seja automatizado e traga ainda mais conforto e comodidade para você e sua família! 




sexta-feira, 30 de março de 2012

Projeções para o futuro

Executivos e empresários podem ainda não ser capazes de transmitir uma imagem tridimensional deles mesmos para o outro lado do mundo para reuniões ou conferências, mas pesquisadores estão um passo mais próximos de imagens 3D em tempo real. Trata-se de um avanço tecnológico que pode tornar as videoconferências muito mais reais.

O pesquisador Nasser Peyghambarian, da Universidade do Arizona (EUA), anunciou recentemente o desenvolvimento de uma nova tecnologia holográfica capaz de projetar para outro local uma imagem que pode ser vista em quase 360º e que é atualizada a cada dois segundos.

A aplicação mais provável dessa nova tecnologia - pelo menos por enquanto - deve ser em filmes, dada a popularidade de produções de cinema 3D, como Avatar. Os cientistas, no entanto, têm planos mais ousados. "Nós prevemos diversas aplicações, incluindo algumas na fabricação de automóveis e aeronaves, em que os fabricantes poderão olhar o holograma e fazer mudanças em tempo real", disse Peyghambarian.

Conhecida como tele-presença tridimensional, a tecnologia soluciona alguns defeitos dos hologramas que temos hoje, que dão a ilusão de 3D mas têm um ângulo de visão muito limitado, segundo o pesquisador que liderou o desenvolvimento, cujo estudo foi publicado na revista Nature.

A tele-presença tridimensional difere da tecnologia 3D em vários aspectos. Em 3D, uma perspectiva é projetada para um olho e a outra é projetada para o outro olho, criando a necessidade do uso de óculos especiais. Em holografia, não há necessidade de óculos, e o número de perspectivas só é limitada pelo número de câmeras usadas.

Em uma videoconferência, por exemplo, isso significa que pessoas sentadas de um lado da mesa verão de frente alguém que esteja sendo projetado em um holograma sobre a mesa, enquanto quem está sentado em outro lado verá o lado ou a parte de trás do rosto da pessoa projetada. Quase exatamente como se essa pessoa estivesse de fato ali, sobre a mesa.

Essa tecnologia foi criada com base em um trabalho anterior do mesmo grupo de cientistas, que em 2008 anunciou a criação de uma imagem 3D em branco e preto que poderia ser atualizada a cada quatro minutos. O novo sistema tem, portanto, uma velocidade mais de 100 vezes superior.

"Esse avanço abre novas oportunidades no campo da óptica, como um meio de transportar imagens em tempo real", afirmou o diretor do Centro de Pesquisa em Engenharia do National Science Foundation, Lynn Preston.